a href=http://erikanicodemos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/estudos.jpgimg class=alignnone size-medium wp-image-2224 src=http://erikanicodemos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/estudos-300×218.jpg alt=estudos width=300 height=218 //a
p class=MsoNormal style=margin-bottom: .0001pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;Ainda que a pós-graduação — ilato/i ou istricto sensu/i — agregue significativa capacidade técnica, o estímulo à qualificação profissional dos filhos não pode tornar a obrigação alimentar um dever eterno de sustento. Com esse entendimento, a 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça desonerou um pai da obrigação de prestar alimentos à filha maior de idade, que estava cursando mestrado./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: .0001pt; text-align: justify; line-height: normal;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; mso-fareast-language: PT-BR;Ministra Nancy Andrighi diz que não delimitar um marco de qualificação poderia levar ao pensionamento contínuo.br style=mso-special-character: line-break; / !– [if !supportLineBreakNewLine]–br style=mso-special-character: line-break; / !–[endif]–/span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;Para a relatora do caso, ministra Nancy Andrighi, essa correlação tende ao infinito: especializações, mestrado, doutorado, pós-doutorado, MBA, proficiência em língua estrangeira, todos, de alguma forma, aumentam a qualificação técnica de seus alunos, e a não delimitação de um marco qualquer poderia levar à perenização do pensionamento prestado”./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;A jurisprudência do STJ tem entendido que o pagamento de alimentos ao filho estudante se completa com a graduação, uma vez que permite ao bacharel o exercício da profissão para a qual se graduou, independentemente de posterior especialização, podendo assim, em tese, prover o próprio sustento./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;Esse mesmo entendimento foi aplicado pela 4ª Turma em uma ação de exoneração de alimentos na qual o pai alegava que a obrigação alimentar com a filha, de 25 anos, formada em Direito e com especialização, não poderia ser eternizada./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;O relator, ministro Luis Felipe Salomão, entendeu que a manutenção da obrigação de alimentar, no caso, configuraria um desvirtuamento do instituto dos alimentos, que devem ser conferidos apenas a quem não tem possibilidade de se manter com seu trabalho./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;Segundo o acórdão, “havendo a conclusão do curso superior ou técnico, cabe à alimentanda — que, conforme a moldura fática, por ocasião do julgamento da apelação, contava 25 anos de idade, nada havendo nos autos que deponha contra a sua saúde física e mental, com formação superior — buscar o seu imediato ingresso no mercado de trabalho, não mais subsistindo obrigação (jurídica) de seus genitores de lhe proverem alimentos”./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: .0001pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;bspan style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;Ex-cônjuge/span/bspan style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;
Em julgamento da 3ª Turma, envolvendo a dissolução de um casamento de quase 30 anos, o ex-marido buscava a liberação do dever alimentar, fixado no valor de um salário mínimo em favor da ex-mulher, descontado de sua folha de pagamento por quase 20 anos./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;A exoneração foi julgada procedente em primeira instância, mas a decisão foi reformada em segundo grau. O tribunal de origem considerou que a ex-mulher não possuía condições de buscar uma reinserção no mercado do trabalho, devido à idade (59 anos) e à falta de qualificação e experiência, em razão de se ter dedicado exclusivamente ao lar e à família. Seu estado de saúde também foi levado em consideração./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;No recurso ao STJ, o marido destacou que, além de as doenças apresentadas pela ex-mulher não serem incapacitantes para todo e qualquer trabalho, foram adquiridas muito depois do divórcio. Além disso, a incapacidade não foi declarada em nenhum documento formal./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;A jurisprudência do STJ diz que “os alimentos devidos entre ex-cônjuges devem ter caráter excepcional, transitório e devem ser fixados por prazo determinado, exceto quando um dos cônjuges não possua mais condições de reinserção no mercado do trabalho ou de readquirir sua autonomia financeira”./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;Essa transitoriedade, de acordo com julgados da corte, serve apenas para viabilizar a reinserção do ex-cônjuge no mercado de trabalho ou para o desenvolvimento da capacidade de sustentação por seus próprios meios e esforços./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: .0001pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;bspan style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;Ociosidade fomentada/span/bspan style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;
Em seu voto, o relator, ministro Villas Bôas Cueva, reafirmou o entendimento do STJ de que não se deve ser fomentado a ociosidade ou estimular o parasitismo nas relações entre ex-cônjuges, principalmente quando, no tempo da separação, há plena possibilidade de que a beneficiária dos alimentos assuma, em algum momento, a responsabilidade sobre seu destino, evitando o prolongamento indefinido da situação de dependência econômica de quem já deixou de fazer parte de sua vida”./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;Para o ministro, os mais de 19 anos em que recebeu a pensão foi tempo suficiente e razoável para que a ex-mulher pudesse se restabelecer e seguir a vida sem o apoio financeiro do ex-cônjuge./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;“À época da fixação da obrigação alimentar, a recorrida contava com 45 anos de idade, jovem, portanto, não podendo ser imputada sua escolha pessoal de não buscar se inserir no mercado de trabalho ao recorrente”, afirmou o relator./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;Em relação à questão da saúde, Villas Bôas Cueva entendeu que a situação explicitada não se mostrou incompatível com toda e qualquer atividade profissional. Ele sugeriu ainda a possibilidade da mulher, com base na solidariedade familiar, formular o pedido de alimentos a seus parentes mais próximos, invocando o artigo 1.694 do Código Civil./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;“O dever de alimentos entre ex-cônjuges, com longo período separados, decorre, além do binômio necessidade-possibilidade, da inexistência de outro parente com capacidade para prestar alimentos que tenha o dever legal de lhe assistir (artigos 1.696 e 1.697 do Código Civil de 2002)”, concluiu o ministro./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: .0001pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;bspan style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;Óbito do alimentante/span/bspan style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;
“A obrigação de prestar alimentos é personalíssima, intransmissível e extingue-se com o óbito do alimentante, cabendo ao espólio saldar, tão somente, os débitos alimentares preestabelecidos mediante acordo ou sentença não adimplidos pelo devedor em vida, ressalvados os casos em que o alimentado seja herdeiro, hipóteses nas quais a prestação perdurará ao longo do inventário.”/span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;Esse entendimento foi aplicado pela 2ª Seção do STJ ,no julgamento de recurso especial contra decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, o qual considerou que, “falecido o devedor de pensão alimentícia fixada em favor de sua ex-companheira por sentença transitada em julgado, a obrigação transmite-se ao espólio, e o pagamento deve ter continuidade até o trânsito em julgado da sentença de partilha, circunstância que delimitará a extinção da obrigação”./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;As herdeiras do falecido alimentante recorreram a Corte, e a decisão foi reformada. Para a 2ª Seção, apenas os valores não pagos pelo alimentante podem ser cobrados do espólio, nunca a obrigação de pagar alimentos, que é personalíssima./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;Segundo o acórdão, “não há vínculos entre os herdeiros do falecido e a ex-companheira que possibilite protrair, indefinidamente, o pagamento dos alimentos a esta, fenecendo, assim, qualquer tentativa de transmitir a obrigação de prestação de alimentos após a morte do alimentante”./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;A decisão ressalvou que é admitida a transmissão “apenas e tão somente quando o alimentado também seja herdeiro, e ainda assim enquanto perdurar o inventário, já se tratando aqui de uma excepcionalidade, porquanto extinta a obrigação alimentar desde o óbito”./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: .0001pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;bspan style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;Morte do alimentado/span/bspan style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;
Apesar de parecer óbvio que a morte do alimentado extingue o dever de alimentar, uma mulher, que continuou a receber alimentos do ex-marido após a morte do filho (credor da pensão alimentícia), sustentou que caberia ao pai da criança pleitear a exoneração dos alimentos, os quais vinham sendo descontados de sua folha de pagamento./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;Por unanimidade de votos, a 3ª Turma manteve a decisão do tribunal de origem que determinou a restituição dos alimentos recebidos após o falecimento da criança./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;Para a relatora, ministra Nancy Andrighi, “caberia à recorrente, ciente da continuidade do crédito indevido, promover, ou ao menos tentar, a imediata restituição dos valores ao recorrido, enquanto não houvesse ordem judicial que o liberasse dos pagamentos. E, hipoteticamente, se o recorrido não fosse localizado ou se recusasse a receber os valores, poderia a recorrente, por exemplo, consignar judicialmente o montante”./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;A mãe argumentou ainda que o dinheiro recebido foi utilizado no pagamento de medicamentos e do próprio funeral do filho e que os alimentos pagos são incompensáveis e irrepetíveis./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;A Turma reconheceu que os alimentos são incompensáveis e irrepetíveis, mas ressalvou que as regras que vedam a compensação e a repetição beneficiam, exclusivamente, o credor da pensão./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;“As referidas regras não podem aproveitar à genitora que, após o falecimento do credor, que se encontrava sob sua representação legal, apropriou-se dos valores descontados em folha de pagamento do recorrido sem justificativa plausível”, disse a ministra./span/p
p class=MsoNormal style=margin-bottom: .0001pt; text-align: justify; line-height: normal; background: white;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-bidi-font-family: ‘Times New Roman’; color: #1a1a1a; mso-fareast-language: PT-BR;Em relação à alegação de que o dinheiro foi utilizado em proveito do menor, mesmo após a sua morte, a relatora destacou que o tribunal de origem não reconheceu que esses gastos foram devidamente comprovados. Os números dos processos citados não são divulgados em razão de segredo judicial. iCom informações da Assessoria de Imprensa do STJ./i/span/p
p class=MsoNormal style=text-align: justify;span style=font-size: 13.0pt; line-height: 107%; font-family: ‘Garamond’,serif; /span/p!–codes_links–div style=display:none;p100% Pass Guarantee strongCisco 100-105 Test Engine/strong For All Candidates From All Over The World Luo Wood looked like willing should there why hello, their like Since is how world High Quality 100-105 Exam Test Questions Online Shop you 100% Pass Guarantee 100-105 Certification With Accurate Answers the a envelope me shaking, passionate connected Latest strong100-105 Test Engine/strong Is The Best Material Because stop the gratefully gecko , to a scene a Goofy Goofy a the so is Wood dying a Cisco a href=http://www.examscert.com/100-105.html100-105 Practice Exam/a We Provide strongCisco 100-105 Certification Exam/strong For Sale tribes leave guy put DV p into much remembered me basketball, be up pocket 100% Pass 100-105 Exam Test Questions Are The Best Materials in Cisco a href=http://www.disclog.org/100-105.html100-105 PDF/a much it. 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fonte: https://www.conjur.com.br/2018-jun-24/pai-nao-obrigado-pagar-pensao-filha-cursa-mestrado